Vocação e Missão de Frei Galvão
Não é preciso muito esforço para imaginar o coração de Frei Galvão ardendo por sua vocação. Uma vida totalmente voltada para as coisas do alto. Conheça um pouco da história vocacional do primeiro Santo brasileiro.
Notícias do Santuário
21.10.2023 - 11:30:00 | 4 minutos

Já muito cedo, o pequeno guaratinguetaense Antônio Galvão (1739-1822) descobriu junto de seus pais a grandeza de servir a Deus e sua Igreja. Sua família tinha uma rotina de práticas cristãs que impelia seu filho a ter a mesma prontidão e sensibilidade. Há um relato da infância de Frei Galvão que narra o dia em que ele passou a doar a uma senhora alguns dos utensílios domésticos àquela que lhe batia a porta. Uma ousadia evangélica que já era uma demonstração do que seria o servo de Deus.
Aos treze anos, foi enviado ao Colégio dos Padres Jesuítas no distrito de Belém. Uma pequena cidade de Cachoeira, no Estado da Bahia. Neste internato permaneceu de 1752 a 1756. Este contato com os jesuítas não era necessariamente o início da sua vocação à vida consagrada ou aos ministérios ordenados. Era um esforço de seus pais por uma educação de qualidade aos seus filhos. Neste internato já estava um de seus irmãos mais velhos. Voltando a sua cidade natal em 1756, passou a viver com sua família, mas agora sem a presença materna. Em 1755 Dona Isabel Leite, sua mãe, partiu para junto de Deus. Mais maduro e decidido, se convenceu que sua vocação talvez seria a vida religiosa. Nessa busca de responder a essa inquietação, se dirige ao Convento Santa Clara na cidade de Taubaté - SP, cerca de 50 km de distância de Guaratinguetá, para ter contato com os frades franciscanos (OFM) que atuavam naquela fraternidade. Tomado pelo espírito dos antigos profetas e surpreendido pela fala de Deus, responde:“Eis-me aqui, Senhor…”. Apressa os passos e com o coração desejoso a cumprir o mandato do Senhor, aos 21 anos, no dia 15 de abril de 1760, passou a viver no noviciado do Convento de São Boaventura, na Vila de Macacu, no Rio de Janeiro. Durante o noviciado distinguiu-se pela piedade e pela prática das virtudes, conforme consta no livro "Religiosos Brasileiros". Depois da profissão religiosa, Frei Antônio foi admitido à ordenação sacerdotal aos 11 de julho de 1762. Os Superiores permitiram a sagrada ordenação pois julgaram suficientes os estudos teológicos feitos anteriormente.

Em 1762 foi transferido para São Paulo. Lá, trabalhou como pregador, confessor e também porteiro do Convento de São Francisco (centro da cidade). Da cidade de São Paulo partia para muitos outros lugares. Além do estado de São Paulo, o missionário se fez presente no Rio de Janeiro e também no estado do Paraná, “Pés pressurosos e sempre a caminho anunciando Jesus Cristo”. Em sua vocação e missão, Frei Antônio de Sant’ Anna Galvão destacou-se por muitas virtudes. Tornou-se um dos grandes pregadores e confessores da cidade de São Paulo. Defendeu as vidas mais frágeis (moribundos, enfermos, condenados, pobres). Reformou o estilo de vida das Monjas Concepcionistas (Ordem Santa Beatriz). Fundou o Convento de Luz na cidade de São Paulo. Formentou a piedade do Povo, fazendo nascer um Santuário dedicado a Maria, na cidade de Piraí do Sul (PR). Colaborou como espécie de interventor na Ordem dos Frades Menores, zelando pela vida e o bom testemunho dos irmãos de sua ordem. E deixou, por fim, um grande sacramental de fé às pessoas. Estas são algumas realidades da vida de Frei Galvão que justificam sua santidade.
No ano de 1822 faleceu o frade franciscano com fama de santo. A invocação e confiança das pessoas em sua intercessão atravessaram os séculos até chegar o ano de 2007, quando o Papa Bento XVI proclamou o culto oficial em toda Igreja. Depois de mais mais de quinhentos anos os católicos brasileiros passam a ter o santo de sua casa.
Somente alguém com o coração ardente é capaz de se colocar em missão. Assim foi Frei Galvão. Sua fama é conhecida por todos nós. Que ele interceda por muitos diante de suas necessidades. Que a sua vida encante os corações de outros jovens para a santidade, para a vocação e missão.


Aos treze anos, foi enviado ao Colégio dos Padres Jesuítas no distrito de Belém. Uma pequena cidade de Cachoeira, no Estado da Bahia. Neste internato permaneceu de 1752 a 1756. Este contato com os jesuítas não era necessariamente o início da sua vocação à vida consagrada ou aos ministérios ordenados. Era um esforço de seus pais por uma educação de qualidade aos seus filhos. Neste internato já estava um de seus irmãos mais velhos.
Voltando a sua cidade natal em 1756, passou a viver com sua família, mas agora sem a presença materna. Em 1755 Dona Isabel Leite, sua mãe, partiu para junto de Deus. Mais maduro e decidido, se convenceu que sua vocação talvez seria a vida religiosa. Nessa busca de responder a essa inquietação, se dirige ao Convento Santa Clara na cidade de Taubaté - SP, cerca de 50 km de distância de Guaratinguetá, para ter contato com os frades franciscanos (OFM) que atuavam naquela fraternidade.
Tomado pelo espírito dos antigos profetas e surpreendido pela fala de Deus, responde:“Eis-me aqui, Senhor…”. Apressa os passos e com o coração desejoso a cumprir o mandato do Senhor, aos 21 anos, no dia 15 de abril de 1760, passou a viver no noviciado do Convento de São Boaventura, na Vila de Macacu, no Rio de Janeiro.
Durante o noviciado distinguiu-se pela piedade e pela prática das virtudes, conforme consta no livro "Religiosos Brasileiros". Depois da profissão religiosa, Frei Antônio foi admitido à ordenação sacerdotal aos 11 de julho de 1762. Os Superiores permitiram a sagrada ordenação pois julgaram suficientes os estudos teológicos feitos anteriormente.

Em 1762 foi transferido para São Paulo. Lá, trabalhou como pregador, confessor e também porteiro do Convento de São Francisco (centro da cidade). Da cidade de São Paulo partia para muitos outros lugares. Além do estado de São Paulo, o missionário se fez presente no Rio de Janeiro e também no estado do Paraná, “Pés pressurosos e sempre a caminho anunciando Jesus Cristo”.
Em sua vocação e missão, Frei Antônio de Sant’ Anna Galvão destacou-se por muitas virtudes. Tornou-se um dos grandes pregadores e confessores da cidade de São Paulo. Defendeu as vidas mais frágeis (moribundos, enfermos, condenados, pobres). Reformou o estilo de vida das Monjas Concepcionistas (Ordem Santa Beatriz). Fundou o Convento de Luz na cidade de São Paulo. Formentou a piedade do Povo, fazendo nascer um Santuário dedicado a Maria, na cidade de Piraí do Sul (PR). Colaborou como espécie de interventor na Ordem dos Frades Menores, zelando pela vida e o bom testemunho dos irmãos de sua ordem. E deixou, por fim, um grande sacramental de fé às pessoas. Estas são algumas realidades da vida de Frei Galvão que justificam sua santidade.

No ano de 1822 faleceu o frade franciscano com fama de santo. A invocação e confiança das pessoas em sua intercessão atravessaram os séculos até chegar o ano de 2007, quando o Papa Bento XVI proclamou o culto oficial em toda Igreja. Depois de mais mais de quinhentos anos os católicos brasileiros passam a ter o santo de sua casa.


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