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Povo meu, que te fiz eu?

Reflita sobre a grandeza da Sexta-feira Santa, na série de textos: "Uma semana que é toda santa", com Frei Almir Ribeiro de Guimarães, OFM

Notícias do Santuário

29.03.2024 - 08:00:00 | 2 minutos

Povo meu, que te fiz eu?

Hoje é dia olhar longamente a cruz do Senhor. Quanto já se escreveu a respeito da cruz do condenado ou do  condenado da cruz.  Nesse dia nada de muitos discursos e palavrórios.  Deus, feito amor em forma da cruz.  Olhar, contemplar e bater no peito.  “Povo  meu, que te fiz eu,  dize em que te contristei!”

O corpo de um homem em sua inteireza e nudez.  Contorções de dores.  Caimbras.  Sede, terrível sede.  Falta de nitidez  nos olhos, turvado pelo sangue e suor.  Um coroa de espinhos.  Onde ficaram todos aqueles  com os quais havia se encontrado. Os mais próximos, os apóstolos, também  partiram.  O Pai, até mesmo o Pai  naquela hora parecia tão distante.   Era, no entanto, preciso não desanimar.

Ermes  Ronchi:  “É uma coisa  que me deixa atordoado: um Deus que m lavou os pés, que me deu seu corpo a comer, mas tal não  lhe bastou, vejo-o pender, nu e desprezado, e tendo de desviar o olhar.  Depois, viro de novo a cabeça, volto a olhar para a cruz e vejo um homem de braços abertos que grita:  Eu te amo. Precisamente a mim?   Sangra e grita, ou talvez o sussurre:  eu te amo”.

“Povo  meu, que te fiz eu?  Dize em que te contristei!”

Paz e Bem!


Fonte Frei Almir Ribeiro de Guimarães, OFM
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