O velório, o tesouro e a herança
No sexto dia da Novena em louvor a Santo Antônio de Sant'Anna Galvão fiéis são convidados a refletirem sobre suas vidas envolvidas com a herança celeste, e não com as coisas que são devoradas pelas traças e ferrugem.
Notícias do Santuário
22.10.2024 - 09:20:00 | 3 minutos
“Era tão pobre que tudo o que tinha na vida era dinheiro”. A frase elucida bem o quanto a riqueza pode ser uma grande ilusão enquanto desacompanhada da generosidade. Por mais conforto que o dinheiro possa oferecer, é incapaz de preencher o vazio existencial ou dar sentido à vida. Neste contexto, qual é a verdadeira riqueza a ser considerada diante de Deus?
Padre Ederson Iarochevski veio de longe, de Friburgo – SC, para presidir a missa da sexta noite da novena preparatória para a festa de Frei Galvão, em Guaratinguetá-SP, e pregar a importância de adquirir o verdadeiro tesouro do peregrino: ser rico diante de Deus. Para isto, fez questão de destacar que o acesso ao maior tesouro de Deus, o Reino dos céus, não se dá pelas nossas obras, mas pela infinita misericórdia divina.

Na perspectiva cristã, ser "rico diante de Deus" significa possuir uma vida cheia de virtudes, fé e compromisso com os ensinamentos divinos. Trata-se de cultivar um tesouro que não é mensurável em termos materiais, mas que se manifesta em uma relação autêntica com Deus na vivência do amor, da caridade e da misericórdia. “Onde a misericórdia de Deus se estabelece, ali se destina ao céu” lembrou o Padre.
O sacerdote disse ainda que a herança que vai permanecer é a herança da fé: “neste mundo temos a pretensão das riquezas que Jesus condenou. O próprio senhor vai dizer que não podemos servir a Deus e ao dinheiro”.
Como exemplo, citou a vida de Frei Galvão e de São Francisco, que, embora tenham tido origem em famílias ricas, optaram por renunciar às riquezas materiais e se dedicarem à fé. “A literatura atual diz que a mente brilhante é a que constrói riqueza. Algo que Francisco e Galvão poderiam ter tido. Mas a opção pela herança religiosa ambos se tornaram santos importantes para o mundo.”, explicou.Por fim, citou o velório como uma das mais importantes catequeses para o aprimoramento espiritual do cristão ao dar a percepção de que "daqui não levamos nada". “Olhando para a situação que se encontra naquele ambiente percebemos que a vida vale muito mais”, pontuou.

Diante da realidade da morte, fica evidente que a vida vale muito mais do que tudo o que se pode adquirir com dinheiro. O velório nos faz refletir sobre o que realmente permanece: os gestos de amor, as memórias que deixamos nos corações daqueles que nos cercam e a maneira como vivemos nossa fé e nossos valores. Ele nos recorda que o verdadeiro tesouro são as experiências que cultivamos, os relacionamentos que construímos e a nossa conexão com o divino.

Ao refletirmos sobre a inevitabilidade da morte, percebemos a importância de investir no que é eterno e duradouro como as virtudes, a compaixão e a busca pela santidade, em vez do que é passageiro. No velório, temos a oportunidade de perceber que para sermos "ricos diante de Deus" é preciso priorizar o que realmente tem valor espiritual, a fim de deixar como herança o legado de Paz e Bem!

Padre Ederson Iarochevski veio de longe, de Friburgo – SC, para presidir a missa da sexta noite da novena preparatória para a festa de Frei Galvão, em Guaratinguetá-SP, e pregar a importância de adquirir o verdadeiro tesouro do peregrino: ser rico diante de Deus. Para isto, fez questão de destacar que o acesso ao maior tesouro de Deus, o Reino dos céus, não se dá pelas nossas obras, mas pela infinita misericórdia divina.

Na perspectiva cristã, ser "rico diante de Deus" significa possuir uma vida cheia de virtudes, fé e compromisso com os ensinamentos divinos. Trata-se de cultivar um tesouro que não é mensurável em termos materiais, mas que se manifesta em uma relação autêntica com Deus na vivência do amor, da caridade e da misericórdia. “Onde a misericórdia de Deus se estabelece, ali se destina ao céu” lembrou o Padre.
O sacerdote disse ainda que a herança que vai permanecer é a herança da fé: “neste mundo temos a pretensão das riquezas que Jesus condenou. O próprio senhor vai dizer que não podemos servir a Deus e ao dinheiro”.
Como exemplo, citou a vida de Frei Galvão e de São Francisco, que, embora tenham tido origem em famílias ricas, optaram por renunciar às riquezas materiais e se dedicarem à fé. “A literatura atual diz que a mente brilhante é a que constrói riqueza. Algo que Francisco e Galvão poderiam ter tido. Mas a opção pela herança religiosa ambos se tornaram santos importantes para o mundo.”, explicou.
Por fim, citou o velório como uma das mais importantes catequeses para o aprimoramento espiritual do cristão ao dar a percepção de que "daqui não levamos nada". “Olhando para a situação que se encontra naquele ambiente percebemos que a vida vale muito mais”, pontuou.

Diante da realidade da morte, fica evidente que a vida vale muito mais do que tudo o que se pode adquirir com dinheiro. O velório nos faz refletir sobre o que realmente permanece: os gestos de amor, as memórias que deixamos nos corações daqueles que nos cercam e a maneira como vivemos nossa fé e nossos valores. Ele nos recorda que o verdadeiro tesouro são as experiências que cultivamos, os relacionamentos que construímos e a nossa conexão com o divino.

Ao refletirmos sobre a inevitabilidade da morte, percebemos a importância de investir no que é eterno e duradouro como as virtudes, a compaixão e a busca pela santidade, em vez do que é passageiro. No velório, temos a oportunidade de perceber que para sermos "ricos diante de Deus" é preciso priorizar o que realmente tem valor espiritual, a fim de deixar como herança o legado de Paz e Bem!

Fonte Pedro Teixeira
Imagem Frei Gilberto Júnior, OFM
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