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Nono dia da Novena: Frei Galvão e os milagres

Último dia da preparação aconteceu com as duas tradicionais celebrações e também com uma "roda de viola", valorizando a cultura do homem do campo

Notícias do Santuário

25.10.2021 - 13:21:16 | 3 minutos

Nono dia da Novena: Frei Galvão e os milagres

O nono dia da Novena de Frei Galvão foi marcado com o tema “Frei Galvão e os Milagres”. Houve duas Celebrações Eucarísticas, às 15h, presidida pelo Padre César Augusto dos Santos e às 19h30, presidida por Frei Diego Melo. Logo a última Missa, houve um momento cultural “Roda de viola: Raízes”.
 
As pessoas com necessidades especiais foram os paraninfos da celebração Eucarística às 15h. Padre César Augusto dos Santos, deficiente físico, presidiu a Santa Missa. Ele é quem acompanha e orienta as Fazendas da Esperança no Brasil. O serviço litúrgico foi realizado pelo Marcos (deficiente visual) e Ana Laura (síndrome de down). A voluntária Elaine fez a tradução da liturgia em LIBRAS. 
 
“Deus é quem tem o poder de transformar a natureza. Ele escolhe quem pode realizar esses milagres. Frei Galvão, por exemplo, é aquele que invoca o milagre em nome de Maria, e transforma tudo, tal e qual o cego Bartimeu, do Evangelho de Frei Galvão”, diz Padre César Augusto dos Santos durante a homilia.
 
 
A última Missa do dia, às 19h30, foi presidida por Frei Diego Melo e teve como paraninfos o homem do campo, agricultores e Cavalaria de São Gonçalo e São Benedito.
Frei Diego, a partir do Evangelho do Dia, sobre a cura do cego Bartimeu destacou sobre a fé. “O grande milagre que Jesus pode realizar em nossas vidas é o milagre da fé. As pessoas que vêm aqui, de todas as partes do Brasil, rezar para Frei Galvão, a grande e a maior graça, o grande e maior milagre que Frei Galvão pode realizar em nossas vidas é fazer-nos abrir os olhos para podermos enxergar as coisas com os olhos de Deus. O grande milagre que Frei Galvão tem despertado nas pessoas é o Milagre da Fé”, diz Frei Diego. E continua “Porque o milagre, independentemente do pedido que vocês fazem, é o milagre da fé. E ninguém vem para uma igreja, se não vem motivado por uma fé verdadeira. Ninguém abraça uma religião se não tem uma fé verdadeira. E por isso, levar o nome de um santo, dizer-se devoto de Frei Galvão significa assumir um compromisso em viver e testemunhar essa fé. Por isso que diz o Evangelho que depois que aquele homem chamado Bartimeu recuperou a sua vista, ele começou a seguir Jesus pelo caminho. Ser devoto de Frei Galvão significa fazer também a experiência de tornar-se discípulo de jesus, seguidor de jesus. Frei Galvão desperta no coração dos seus fiéis e de seus devotos o verdadeiro milagre da fé, o milagre de ver as coisas com os olhos de Deus.
 
 
Logo após a Missa das 19h30, os fiéis foram convidados a um momento cultural. Uma Roda de viola, cantada e tocada por convidados especiais, com repertório de músicas caipira embaladas pela viola.
 

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