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Frei Galvão e a Vocação para a Vigilância na Oração

No último dia da Novena em honra a Frei Galvão reflitamos o último tema que nos convida a perceber Frei Galvão vocacionado a vigilância na vida de oração.

Notícias do Santuário

24.10.2023 - 08:00:00 | 2 minutos

Frei Galvão e a Vocação para a Vigilância na Oração

O vigia tem conhecimento pleno de todo o território que lhe foi colocado para guardar. Não foi dado a outro que não tinha esse domínio, somente a ele. O vigia deve possuir uma atenção redobrada, dada a iminência de fatos que poderão ocorrer. Ao vigia é dado o compartilhamento de alguns dos segredos. Foi esse o pedido de Cristo aos apóstolos antes de sua paixão. Deus quis Frei Galvão como um dos guardas de sua casa. Colocou-o para vigiar almas. Mas antes o fez capaz de vigiar a sua própria alma pela virtude da prudência.
Seu esforço por uma vida de oração o muniu de certas capacidades extraordinárias. Ele era um homem de muita e intensa oração. Por isso, alguns fenômenos místicos em sua vida foram presenciados por muitas pessoas que depois passaram a propagar sua vida de santidade. Fenômenos como o dom da cura, dom de ciência, da bi-locação e levitação foram famosos durante sua vida, sempre em vista do bem de doentes, moribundos e necessitados. Todos esses dons extraordinários eram de alguma forma expressão de vigilância. Quem poderá por capacidade própria realizar tais feitos, senão aqueles que foram íntimos dos céus?
Como não recordar os últimos anos de vida de Frei Galvão quando ele se fez “vigia no Mosteiro da Luz”? “Quando suas forças eram insuficientes para o ir-e-vir diário do Convento de São Francisco ao Recolhimento, obteve dos Superiores (Bispo e Guardião) a autorização para ficar no Recolhimento da Luz. Diante a última doença, Frei Antônio passou a morar num “quartinho” (espécie de corredor) atrás do Tabernáculo, no fundo da igreja, graças à insistência das religiosas, que desejavam prestar-lhe algum alívio e conforto. Terminou sua vida terrena aos 23 de dezembro de 1822, pelas 10 horas da manhã, confortado pelos sacramentos e assistido pelo Padre Guardião, dois confrades e dois sacerdotes diocesano".
Frei Galvão foi sempre, desde o seio da sua família, desde o Colégio/Seminário jesuíta da Baía, e as casas da sua Ordem Franciscana por onde passou, um zelador de tudo o que é reto, verdadeiro, bom e justo.



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