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“Fazei que em mim não fique mancha alguma de pecado”

Jesus disse uma vez, em resposta ao apóstolo Pedro, que devemos perdoar até setenta vezes sete vezes. Sendo assim, não há limite para perdoar. Assim Deus faz conosco.

Notícias do Santuário

09.05.2024 - 08:00:00 | 2 minutos

“Fazei que em mim não fique mancha alguma de pecado”

Sabemos que a misericórdia do Senhor não tem fim. Nossos pecados são perdoados diante de nossos arrependimentos. Somos acolhidos, embora imperfeitos comparados às virtudes de seu filho Salvador. Deus crê na salvação de todos os seus filhos e nos ama por igual. 

Jesus Cristo, ao tratar do perdão, apresentou-nos uma condição: “Se não perdoardes aos outros, tampouco vosso Pai perdoará vossos pecados.”

Isto é, para alcançarmos nosso perdão devemos perdoar. Sem ele acumularemos consternações, o que perturba uma vida de harmonia e Santidade. Não perdoar é prender-se ao que é errado e não nos faz bem. O ressentimento é prejudicial para a alma, trazendo consigo amarguras e até mesmo o sentimento de vingança. 

O que deve ser feito para perdoar de verdade?

Jesus disse uma vez, em resposta ao apóstolo Pedro, que devemos perdoar até setenta vezes sete vezes. Sendo assim, não há limite para perdoar. Assim Deus faz conosco.

Cabe a nós tentarmos esquecer os males que nos foram direcionados. Com esforço, pois é consciente que não é uma tarefa fácil. O verdadeiro perdão remete a um esquecimento do que lhe foi feito, de maneira que não haja dor na memória ou aborrecimento. Segundo Manoel Augusto Santos, no livro Curso Sobre Direção Espiritual: “Há que mortificar a memória e proceder como se tivéssemos esquecido. (...) desprender-se da consciência de credor, incompatível com o amor cristão.”

Para alcançarmos o perdão cristão é preciso enxergar a si mesmo, reavaliar as próprias ações e praticar um exame de consciência. Compreender que somos todos iguais na terra e não cabe a nós o julgamento pertencente unicamente a Deus.

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